Direito Processual Civil

[Modelo] de Contrarrazões ao Recurso Especial | Nulidade de Negócio Jurídico e Registro de Imóvel

Resumo com Inteligência Artificial

Contrarrazões ao Recurso Especial que busca a nulidade de um negócio jurídico. A parte recorrida argumenta que o recurso não atende aos requisitos de admissibilidade e defende a manutenção do acórdão anterior, que declarou a nulidade da escritura de compra e venda do imóvel, alegando falsidade na documentação apresentada.

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Sobre este documento

Petição

Tribunal Superior de Direito Privado de $[processo_estado]

 

 

 

 

 

Apelação nº. $[processo_numero_cnj]

Processo digital

Procedimento Comum – nulidade de ato jurídico 

 

 

 

 

 

$[parte_autor_nome_completo], já devidamente qualificada nos autos do processo em epígrafe que move em face de $[parte_reu_nome_completo] E OUTROS, PRINCIPALMENTE $[parte_reu_nome_completo] E $[parte_reu_nome_completo], pois a corré $[parte_reu_nome_completo] nem sequer ofertou recurso e agora aceitou a renúncia de seu Patrono (fls. 894/895) por sua advogada, vem respeitosamente ante a ilustre presença desta Corte para tempestivamente oferecer suas

 

Contrarrazões ao Recurso Especial

 

interposto, estampadas na contraminuta cuja juntada requer, para fins de direito.

 

Nestes termos,

Pede deferimento.

 

 

$[advogado_cidade] $[geral_data_extenso],

 

$[advogado_assinatura]

 

 

 

CONTRARRAZÕES DE RECURSO ESPECIAL

 

Apelação nº. $[processo_numero_cnj]

Pela recorrida: $[parte_autor_nome_completo]

Recorrentes: $[parte_reu_nome_completo] E $[parte_reu_nome_completo]

 

EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA!

 

COLENDA CÂMARA!

 

DOUTO RELATOR!

 

1. BREVE SINTESE DOS FATOS

 

Trata-se de Recurso Especial interposto contra o V. Acórdão de fls. 852/859, onde, irresignados, os Recorrentes querem de qualquer forma provar sua boa-fé em negócio jurídico EMINENTEMENTE NULO!!!

 

Ademais, o presente recurso não goza dos requisitos de admissibilidade, razão pela qual não deve nem sequer ser conhecido.

 

Contudo, por amor ao debate, seguem as razões abaixo, ratificando o brilhantismo do V. Acórdão, senão vejamos.

 

Conforme matrícula de fls. 76/77, o imóvel em questão pertencia a $[geral_informacao_generica] e $[geral_informacao_generica] (adquirido em $[geral_data_generica]). Consta nos autos a escritura de compra e venda, lavrada às “fls. 136 e verso do Livro nº 52-E”, pelo Cartório de Notas no Estado do Paraná, onde $[geral_informacao_generica] e $[geral_informacao_generica], em $[geral_data_generica], supostamente venderam o bem para a corré $[geral_informacao_generica] (fls. 80/83). Esta por sua vez, teria vendido o bem aos ora Recorrentes em $[geral_data_generica], conforme escritura do Cartório de Notas de $[geral_informacao_generica] (fls. 84/87). 

 

O documento de fls. 88/90, referente à matrícula do imóvel no Cartório de Registro de Imóveis da $[geral_informacao_generica], contém as averbações e registros das mencionadas transferências. 

 

Ocorre que, na certidão emitida em $[geral_data_generica] pelo Cartório de Notas do Estado do $[geral_informacao_generica] …

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