Direito Processual Civil

[Modelo] de Contrarrazões em Apelação por Entrega de Imóvel e Consignação de Pagamento

Resumo com Inteligência Artificial

Contrarrazões de apelação argumentam má-fé da Apelante na entrega de imóvel e na consignação de pagamento. Alega que a Apelante não cumpriu suas obrigações contratuais, não é proprietária do bem e enfrenta restrições financeiras. Solicita a improcedência do recurso.

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Sobre este documento

Petição

EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO $[processo_estado]

 

 

 

 

 

Processo nº. $[processo_numero_cnj]

APELADO:$[parte_autor_nome_completo]

APELANTE:$[parte_reu_nome_completo]

 

 

 

Colenda Câmara,

 

 

 

$[parte_autor_nome_completo], já devidamente qualificado nos autos em epígrafe, vem respeitosamente à presença de Vossa Excelências, por seus procuradores infra assinados, oferecer as presentes

 

CONTRARRAZÕES DE APELAÇÃO

 

pelo motivos de fato e de direito que passa a expor:

 

Conforme já sinteticamente explanado em sede de razões de apelação, trata-se de demanda em que a Apelante impropriamente propõe ação com o fito de compelir o Apelado a entregar imóvel e outorgar a respectiva escritura pública definitiva relativa à promessa de compra e venda, além de pretender a consignação em pagamento das parcelas vencidas.

 

A aberração trazida pelo pleito de consignar as parcelas vencidas causa real espanto, pois admite estar inadimplente com suas obrigações, demonstrando, assim, sua má fé, ao requerer judicialmente o cumprimento de um contrato que por primeiro descumpriu – sendo sua própria torpeza a causa da inadimplência do Apelante.

 

Outra obrigação a ser cumprida pela Apelante seria a entrega de outro imóvel, ao qual faz expressa referência à inicial de que lá continua residindo (fl. 04), descumprindo outro item do acerto necessário para a entrega do bem pleiteado – o qual, aliás, encontrava-se hipotecado junto à Caixa Econômica Federal que, em $[geral_data_generica], tomou para si o imóvel (doc. 02).

 

Aliás, demonstra novamente extrema má fé, pois negociou o referido apartamento sem mencionar que NÃO ERA PROPRIETÁRIA ABSOLUTA, havendo outro proprietário que obviamente necessita concordar com a transação, além da já referida hipoteca.

 

Prova disso é trazida aos próprios documentos que juntou (fls. 44/49), onde comprova que somente teve a posse do imóvel em $[geral_data_generica], tendo sido prometida sua entrega em $[geral_data_generica], 08 (oito) meses depois!

 

Como visto, a situação deste bem bastante grave, pois se encontrava com restrições junto à Caixa Econômica Federal, as não foram adimplidas pela Apelante, levando, em $[geral_data_generica], à venda para terceiros para quitação da dívida.

 

Ante todos estes indícios, o Apelado registrou queixa por estelionato, havendo clara tentativa de enriquecer-se ilicitamente, pois não tinha o bem prometido nem tampouco condições para quitar suas parcelas, querendo, …

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