EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUÍZ DE DIREITO DA $[processo_vara] VARA DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL DA COMARCA DE $[processo_comarca]/$[processo_uf]
$[parte_autor_nome_completo], $[parte_autor_nacionalidade], $[parte_autor_maioridade], $[parte_autor_estado_civil], $[parte_autor_profissao], inscrito no CPF sob o nº $[parte_autor_cpf], RG nº $[parte_autor_rg], residente e domiciliado $[parte_autor_endereco_completo], por intermédio de seu advogado que esta subscreve, vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência propor
AÇÃO DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA DE DÉBITO
em face de $[parte_reu_razao_social], pessoa jurídica com sede na $[parte_reu_endereco_completo], inscrita no CNPJ sob o nº $[parte_reu_cnpj], e $[parte_reu_razao_social], pessoa jurídica com sede na $[parte_reu_endereco_completo], inscrita no CNPJ sob o número $[parte_reu_cnpj], pelas seguintes razões de fato e de direito a seguir aduzidas.
DOS FATOS
A Requerente sempre realizou compras e empréstimos na loja da primeira requerida e sempre manteve em dia os seus pagamentos e empréstimos.
Acontece que a Requerente possui cartão de crédito junto à reclamada sob o final n° $[geral_informacao_generica], e que desse cartão sugiram dívidas que a Requerente não concorda com o débito e deseja que pelo menos seja devidamente esclarecido do que se tratam tais cobranças.
A Autora fora informada pela primeira Requerida que havia duas parcelas de empréstimo em atraso, onde requereu o demonstrativo atualizado do débito, e foi-lhe informada que o valor estava, na data de $[geral_data_generica], do 1° empréstimo no valor de R$ $[geral_informacao_generica], e quanto ao segundo empréstimo, com valor de R$ $[geral_informacao_generica].
Entretanto, a autora não se recorda de ter deixado nenhuma pendencia financeira junto à ré nesse valor, ela sabe que existe uma pendência financeira, mas não reconhece que seja nesse valor cobrado.
Convém destacar que a primeira Requerida e a segunda Requerida são partes legítimas para figurar na presente demanda, pois são responsáveis solidárias.
Sendo assim, a consumidora procurou o PROCON, onde foi processado um procedimento administrativo, que resultou ineficaz.
Acontece que na resposta do procediemento do PROCON, a Requerida não esclareceu absolutamente nada, e assim procurou a defensoria pública, que foi nomeado o advogado que abaixo subscreve.
Nessa senda, a Autora desconhece a existência de …