Direito de Propriedade

[Modelo] de Requerimento de Tutela de Evidência | Reinstate de Posse e Abuso de Defesa

Resumo com Inteligência Artificial

As requerentes solicitam a concessão de tutela de evidência para reintegração de posse de imóvel, alegando que os requeridos não apresentaram defesa válida e estão causando prejuízos ao bem. Fundamentam o pedido no abuso do direito de defesa e risco de perecimento do imóvel.

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Sobre este documento

Petição

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA ___ VARA CÍVEL DA COMARCA DE CIDADE - UF

 

 

 

 

 

Ref. Autos nº Número do Processo

 

 

 

 

 

Nome Completo, menor impúbere, representada por sua genitora Representante Legal, e Nome Completo, já qualificadas nos autos em epigrafe, Ação de Reintegração de Posse cumulada com perdas e danos que move  em face  de Nome Completoe outros,  por meio de seu procurador devidamente constituído vêm, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência,  com fundamento no artigo 311 do Código de Processo Civil em vigor, deflagrar a presente

TUTELA DE EVIDÊNCIA

 

consubstanciada nos seguintes fatos e fundamentos que passa a expor, ponderar e afinal requerer:

I. BREVE SÍNTESE FÁTICA

As requerentes ingressaram com a ação de reintegração de posse, em face dos requeridos.  A petição inicial foi instruída com provas documentais suficientes dos fatos constitutivos do direito das requerentes, conforme documentação carreadas  aos autos,  às ( fls. 30 a 38 ) que comprovam   o direito fático.  

 

Ocorre  Excelência, que,   os requeridos  apesar  de  devidamente citados e intimados, (fls. 43/44 ), vieram aos  autos, sem apresentar nenhum documento ou prova que pudesse ensejar ou gerar dúvidas razoáveis quanto ao pleito das requerentes, conforme  (fls. 45/46 ).   

 

Os requeridos nada  juntaram, sendo apenas peça procrastinatória, com intuito de ganhar tempo, e ficar no imóvel turbado e esbulhado. Em franca depreciação.

 

Apesar  do fornecimento de  energia  e água estarem suspensos por falta de pagamento, conforme documentos carreados aos autos às  (fls. 35/36 ).   

 

 Pasmem, Vossa  Excelência, existe ligação clandestina no imóvel de água  e luz. Lá habitam os requeridos e  seus filhos. Portanto, impossível ficar sem energia  e água.

 

 Tal  fato, poderá  ensejar  em multas e tipificação penal aos reais proprietários, tendo em vista constar no nome  do pai (falecido) das requerentes a inscrição de agua  e luz.

 

Razões do presente  pleito.

II. DO CABIMENTO

A carta Magna-CFRB/88, em seu instituto, constitucional de direitos e garantias fundamentais, provisionou  nos  termos do art. 5º, incisos  XXII e  XXXV, o direito de propriedade. 

 

A  posse  como  um  direito,  um  interesse  juridicamente  protegido, é tutelado,  cabendo a intervenção do Poder Judiciário sempre que houver lesão ou ameaça ao direito, consoante com arts.  554 a 568  do CPC e art. 1.210 CC.

 

O caso em tela se amolda perfeitamente nos dispositivos legais e constitucionais.

III. DA FUNDAMENTAÇÃO  JURIDICA

A Carta Magna-CFRB/88,  provisionou  nos  termos do art. 5º, incisos  XXII e  XXXV, direitos e garantias fundamentais . 

 

Provisionado, está no Código de Processo Civil , In Verbis :

 

Art. 5o   Aquele que de qualquer forma participa do processo deve comportar-se de acordo com a boa-fé.

 

Art. 77.  Além de outros previstos neste Código, são deveres das partes, de seus procuradores e de todos aqueles que de qualquer forma participem do processo:

V - declinar, no primeiro momento que lhes couber falar nos autos, o endereço residencial ou profissional onde receberão intimações, atualizando essa informação sempre que ocorrer qualquer modificação temporária ou definitiva; (grifo nosso).

 

Art. 79.  Responde por perdas e danos aquele que litigar de má-fé como autor, réu ou interveniente.

 

Art. 80.  Considera-se litigante de má-fé aquele que:

I - deduzir pretensão ou defesa contra texto expresso de lei ou fato incontroverso;

II - alterar a verdade dos fatos;

III - usar do processo para conseguir objetivo ilegal;

IV - opuser resistência injustificada ao andamento do processo;

V - proceder de modo temerário em qualquer incidente ou ato do processo;

VI - provocar incidente manifestamente infundado;

VII - interpuser recurso com intuito manifestamente protelatório. (grifei)

 

Art. 81.  De ofício ou a requerimento, o juiz condenará o litigante de má-fé a pagar multa, que deverá ser superior a um por cento e inferior a dez por cento do valor corrigido da causa, a indenizar a parte contrária pelos prejuízos que esta sofreu e a arcar com os honorários advocatícios e com todas as despesas que efetuou.

 

Os requeridos nada juntaram em sua  contestação demonstrando o abuso, ou seja não …

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