Direito do Trabalho

Réplica à Contestação. Reclamatória Trabalhista. Ilegitimidade Passiva | Adv.Paula

Resumo com Inteligência Artificial

Reclamante apresenta réplica à contestação, defendendo a responsabilidade subsidiária da segunda reclamada, que alega ilegitimidade passiva. Argumenta que a segunda reclamada se beneficiou do trabalho e deve arcar com as obrigações trabalhistas não cumpridas pelo primeiro reclamado.

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Sobre este documento

Petição

EXCELENTISSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ FEDERAL DA ___ VARA DO TRABALHO DE CIDADE - UF

 

 

 

 

 

PROCESSO Nº Número do Processo

 

 

 

 

 

Nome Completo, nos autos do processo em que contende com Nome Completo E OUTRO, vem, por sua advogada, que esta subscreve, manifestar-se sobre a defesa e documentos, nos seguintes termos:

 

DA PRELIMINAR DA SEGUNDA RECLAMADA

Requer preliminarmente a segunda reclamada, a sua ilegitimidade e a carência de ação, sob fundamento de que a reclamante não poderia ingressar com processo contra ela, eis que o contrato de trabalho era mantido com o primeiro reclamado.

 

Salienta-se que o reclamante não requer o vínculo com a segunda reclamada e sim a responsabilidade subsidiária, eis que se beneficiou do trabalho do reclamante.

 

Ademais a segunda reclamada não nega o contrato com a primeira reclamada.  

 

Assim não devem prosperar as preliminares suscitadas pela segunda reclamada eis que a exordial reúne todos critérios válidos para o desenvolvimento do presente autos.

DO MÉRITO

Da Responsabilidade Subsidiária da Segunda Reclamada

Assim, quanto à responsabilidade no pagamento de eventual condenação, deve a segunda reclamada ser subsidiária, tendo em vista a ocorrência no inadimplemento das obrigações trabalhistas, uma vez que a segunda reclamada responde por culpa “in eligendo” e “in vigilando”, com base nos artigos 120 e 159 do Código Civil Brasileiro, conforme peça monocrática.

 

Observa-se que o contrato efetuado entre a segunda e a primeira reclamada, não gera efeitos “erga omnes”. Assim o autor, bem como, os demais empregados não estão subordinados as cláusulas contidas no referido documento, pois não participou do ato, como ainda não gera efeito o documento a terceiros.   

 

 

Salienta-se inclusive que a segunda reclamada não nega a existência do contrato de prestação de serviço com a primeira reclamada.

 

Como ainda, no caso em tela não se discute a licitude do contrato de trabalho entre as reclamadas e sim a responsabilidade da segunda reclamada como tomadora, visto que esta se beneficiou diretamente da mão de obra do autor, assim deve ser considerada responsável pelo cumprimento do contrato trabalhista entre autor e a primeira reclamada. 

 

“EMENTA - 1) TOMADOR DE SERVIÇOS - INADIMPLEMENTO DAS OBRIGAÇÕES TRABALHISTAS PELO EMPREGADOR - RESPONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA. Tratando-se de terceirização de serviços, o inadimplemento dos encargos trabalhistas pelo empregador implica a responsabilidade subsidiária da empresa tomadora, desde que tenha participado da relação processual e conste do título executivo. O encargo supletivo advém da utilização da mão de obra do trabalhador para obter vantagem. Inteligência da Súmula nº 331, IV, do TST. 2) RESPONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA - ABRANGÊNCIA - TOTALIDADE DAS VERBAS DEFERIDAS NA SENTENÇA. A imposição da responsabilidade subsidiária à tomadora de serviços implica o pagamento de todas as verbas deferidas ao trabalhador, porquanto o escopo do entendimento sumulado é assegurar amplo e integral ressarcimento ao empregado vítima de descumprimento da legislação trabalhista, estendendo à tomadora, culpada pela má escolha do ente prestador, o pagamento da condenação. Data de Publicação26/07/2017 - Magistrado Relator ROVIRSO APARECIDO BOLDO. Órgão Julgador 8ª Turma - Cadeira 1 - Número Único 1001373-81.2016.5.02.0204”

 

Na situação em análise, portanto, cabe a segunda reclamada arcar com as consequências de sua omissão, pois deixou de juntar, provas …

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