Direito do Trabalho

[Modelo] de Recurso Ordinário | Nulidade de Pedido de Demissão e Danos Morais

Resumo com Inteligência Artificial

Recorrente busca reformar sentença que indeferiu nulidade de pedido de demissão, alegando analfabetismo e coação. Sustenta que o documento foi copiado sem compreensão, requerendo verbas rescisórias e indenização por danos morais.

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Sobre este documento

Petição

EXCELENTISSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ FEDERAL DA ___ VARA DO TRABALHO DE CIDADE - UF

 

 

 

 

 

PROCESSO Nº Número do Processo

 

 

 

 

 

Nome Completo, já qualificada nos autos do processo em epígrafe, que move contra Razão Social, por sua advogada, infra-assinada, vem respeitosamente a presença de Vossa Excelência, interpor

RECURSO ORDINÁRIO

requerendo sejam as razões anexas remetidas ao EGRÉGIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO - UF REGIÃO, com as cautelas de estilo.

 

 

Termos em que,

P. E. Deferimento.

 

 

Cidade, Data.

 

Nome do Advogado
OAB/UF N.º

 

RAZÕES DO RECURSO ORDINÁRIO

 

EGRÉGIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA UF REGIÃO

 

RECORRENTE: Nome Completo

RECORRIDA: Razão Social

 

PROCESSO NºNúmero do Processo

ORIGEM: ___ VARA DO TRABALHO DE CIDADEUF

 

COLENDO TRIBUNAL

ÍNCLITOS JULGADORES

 

Na fundamentação da r. sentença, equivocou-se o MM. Juízo “a quo”, no tocante a ruptura contratual, inconformado com a r. sentença de fls.Informação Omitida, o ora recorrente interpõe o presente apelo, uma vez que as provas carreadas aos autos não foram devidamente observadas, senão vejamos:

DA NULIDADE DO PEDIDO DE DEMISSÃO 

A r. sentença entendeu que valido o pedido de demissão juntado pela recorrida:

 

“Nulidade do Pedido de Demissão / Das Verbas Rescisórias / Multas dos Arts. 467 e 477 da CLT Informa a Reclamante que não foi alfabetizada, tendo copiado o pedido de demissão formulado sem entender o seu conteúdo, razão pela qual requer o reconhecimento de sua nulidade e o pagamento das verbas rescisórias decorrentes da dispensa injusta.

A Reclamada, em defesa, afirma que o pedido de demissão foi formulado de livre e espontânea vontade, não havendo que se falar em nulidade.

De plano, registra-se que diante da gravidade dos fatos narrados na exordial, incumbia à Reclamante comprovar ao menos os indícios da suposta coação sofrida, o que não se desincumbiu. 

Sim. Compulsando os autos, constata este Juízo a existência de pedido de demissão assinado e redigido pela própria Reclamante em 11.09.2015, fls. 90. 

Observe que a pretensão da Empregada em ver nulificado o documento não prosperou, mormente em face da ausência de prova documental ou testemunhal.

Ademais, através dos do documento 01 (fls. 81), juntado aos autos pela Reclamada, constata-se que a Autora preencheu seus dados no registro de funcionários da empresa, o que vai de encontro ao argumento aduzido na inicial de que a   Reclamante   é   analfabeta,   circunstância   que   teria   impedido   sua compreensão acerca do pedido de demissão formulado.

Ademais, constam na própria petição inicial documentos de procuração e declaração de pobreza devidamente assinados pela Reclamante, o que não se poderia admitir sua assinatura, caso realmente fosse analfabeta. 

Nesse sentido, improcedente a nulidade do pedido de demissão, bem como as verbas rescisórias decorrente da dispensa injusta, inclusive liberação de guias para saque do FGTS e Seguro Desemprego.

Registra-se que o pagamento das demais verbas rescisórias postuladas na inicial (13ª salário, férias + 1/3 e saldo salarial) restou comprovado através do TRCT juntado aos autos (fls. 91), o qual foi assinado pela Reclamante. 

Nesse diapasão, não bastasse a controvérsia sobre a modalidade de resilição do pacto laboral, inexistindo diferenças rescisórias a serem percebidas, improcede a pretensão de incidência das multas previstas nos arts. 467 e 477 da CLT.”.  

 

  Nota-se que o r. juízo a recorrente não teria comprovado por testemunhas ou documentos de que não fora alfabetizada, bem como entendeu que a recorrente teria preenchido seus dados no registro de funcionários da ora recorrida, bem como a recorrente assinou procuração e declaração de pobreza que acompanham a peça inicial, assim tais documentos não seriam válidos caso a recorrente fosse analfabeta.

 

  Entretanto nota-se inicialmente que analisando o documento juntado pela recorrida às fls. 90 dos autos comprova que o mesmo fora meramente copiado de algum documento digitado, tanto que fora copiado com letra de forma em caixa alta, com as palavras sem espaço, e com assinatura com letra …

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