Direito Civil

[Modelo] de Ação de Retificação de Certidão de Óbito | Correção de Informação sobre Bens

Resumo com Inteligência Artificial

Ação de retificação de certidão de óbito para corrigir informação errônea sobre bens deixados pela falecida. O requerente alega que houve mal-entendido no registro, e que, na verdade, a falecida não deixou bens a inventariar. Pede a retificação e a concessão de gratuidade de justiça.

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Sobre este documento

Petição

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DA VARA CÍVEL DA $[processo_comarca]

 

 

 

 

 

 

$[parte_autor_nome_completo],$[parte_autor_nacionalidade], $[parte_autor_estado_civil], $[parte_autor_profissao], portador do CPF sob nº $[parte_autor_cpf] e RG sob $[parte_autor_rg], residente e domiciliado $[parte_autor_endereco_completo], endereço eletrônico (não possui), vem a presença de Vossa Excelência, por intermédio do seu advogado que esta subscreve (procuração em anexo), com fundamentos no artigo 109, da lei 6.015/1973, propor:

AÇÃO DE RETIFICAÇÃO DE CERTIDÃO DE ÓBITO

 pelos motivos de fatos e de direito abaixo exarado:

 

 

DA LEGITIMIDADE E DO INTERESSE DE AGIR

 

Quanto ao interesse de agir, este se mostra presente, devido o fato da resistência administrativa perante ao Cartório competente, ou seja, indeferimento de retificação direta no cartório de registro no qual foi lavrada a mencionada Certidão de Óbito.

 

Por outro lado, a legitimidade pode ser aferida pelas documentações em anexo. Pois como se nota, a parte autora foi o declarante na lavratura da certidão de óbito em analise.

DA GRATUIDADE DE JUSTIÇA

 

Fundamentado, pelo artigo 99, § 3º, do CPC/20151, pugna a parte requerente, que seja deferida a gratuidade de justiça, pois esta declara hipossuficiente nos termos da lei.

 

Valido ressaltar, que o § 3º, do dispositivo citado acima, presume verdadeira as alegações de hipossuficiência quando deduzida por pessoa natural, portanto, a hipossuficiência da requerente, ostenta presunção legal.

 

No entanto, junta-se a presente via, copias da CTPS da parte autora, para uma melhor análise das alegações.

DOS FATOS

 

Em $[geral_data_generica] ocorreu o óbito da genitora do requerente, a Sra $[geral_informacao_generica].

 

Ato contínuo, mais precisamente em$[geral_data_generica], foi lavrado a Certidão de Óbito, sendo que a parte autora figurou como declarante, conforme pode se extrair as informações alegada, da certidão de óbito em anexo.

 

Ressalta que apesar de constar na Certidão de Óbito que a falecida deixou bens a inventariar, consigna o requerente que na verdade real dos fatos, deve ter ocorrido um suposto mal entendido entre o requerente e Oficial de registro, ou seja, não se recorda que naquela ocasião foste declarado pelo mesmo da existência de bens pertencente ao espolio da falecida $[geral_informacao_generica].

 

E que teve o conhecimento deste teor da Certidão, ou seja, da afirmação de bens a inventariar, na ocasião de encerramento de conta bancária da falecida frente ao banco …

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