Direito Civil

[Modelo] de Manifestação em Ação de Execução | Impugnação à Penhora e Justiça Gratuita

Resumo com Inteligência Artificial

Exequente se manifesta contra impugnação de penhora, alegando que valores bloqueados não são exclusivamente de aposentadoria e que o Executado possui outras rendas. Requer a manutenção do bloqueio e nega a concessão de justiça gratuita por falta de comprovação de necessidade.

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Sobre este documento

Petição

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA ___ VARA CÍVEL DA COMARCA DE CIDADE - UF

 

 

 

 

 

Processo nº Número do Processo

 

 

 

 

 

Nome Completo, já qualificado nos autos da presente ação que move face  de Nome Completo, vem mui respeitosamente, perante Vossa Excelência, por sua advogada manifestar-se acerca da impugnação apresentada.

 

 Alega o Executado que tal bloqueio fora realizado em contas que o mesmo recebe sua aposentadoria, entretanto Excelência, comprovou apenas que as verbas recebidas em março eram referentes a aposentadoria não demonstrando a origem dos demais valores. Informa ainda o Exequente que o Executado possui outras fontes de renda sendo uma empresa de faixada para dar entrada em auxílios previdenciários, a qual poderá ser comprovada através de depoimentos testemunhais.

 

Vale ressaltar ainda que a penhora de fls. 53 foi realizada em 13/01, e os extratos juntados pelo Executado apresentam valores referente a aposentadoria que o mesmo recebeu em 04 de Março o que não há ligação nem comprovação que os valores bloqueados nestes autos tratam-se de proventos de aposentadoria, requerendo assim a permanência do bloqueio.

I. IMPUGNAÇÃO À JUSTIÇA GRATUITA

Pleiteia ainda pelas beneficies da justiça gratuita, entretanto, Excelência tal benefício é concedido para os que vivem em extrema necessidade e pobreza onde tais custas interfeririam diretamente no sustento da família, o que não foi comprovado quando solicitado, haja vista que o Executado além das demais rendas, recebe uma aposentadoria no montante de R$ 3.404,38 (três mil quatrocentos e quatro reais e trinta e oito centavos).

 

Cumpre ressaltar, se a parte impugnada tem fundos suficientes para pagar e quitar sua dívida, logo tem renda suficiente e não depende do benefício da justiça gratuita para presente caso.

 

O gozo do beneficio da justiça gratuita deve ser concedido apenas aqueles que comprovem ser pobres, não sendo suficiente a simples declaração de pobreza firmada por advogado, desacompanhado de meios hábeis e suficientes de convencimento do julgador. A mera declaração desacompanhada de tais requisitos não passa, data vênia, de mera presunção “juris tantum”, devendo ser presunção “jure et de júri” acompanhada aquela de documentos irretorquíveis que comprovem a aludida pobreza do suplicante.

 

Portanto, em resumo, o Impugnado não merece a concessão do benefício da justiça gratuita, pelos motivos acima aludidos, nos exatos termos que reserva o parágrafo único, do art. 2º, da Lei de Assistência Judiciária.

II. DA IMPENHORABILIDADE

Com a nova redação do código de processo civil, caiu por terra a impenhorabilidade absoluta tendo em vista que tal artigo passou a descrever tal fato apenas como “São impenhoráveis”, visto …

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