Direito de Família

[Modelo] de Ação de Adoção Unilateral | Pleito de Adoção por Tia de Adolescente

Resumo com Inteligência Artificial

Autora pleiteia adoção unilateral da sobrinha adolescente, sob sua guarda desde o nascimento, após falecimento da mãe. A adolescente reconhece a requerente como mãe. A ação fundamenta-se no melhor interesse da criança, com base no ECA, dispensando estágio de convivência pelo vínculo já existente.

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Sobre este documento

Petição

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA ___ VARA CÍVEL DA COMARCA DE CIDADE - UF

 

 

 

 

 

 

 

 

Nome Completo, nacionalidade, estado civil, profissão, portadora do Inserir RG e inscrita no Inserir CPF, residente e domiciliada na Inserir Endereço, vem respeitosamente à presença de Vossa Excelência, por intermédio de seu advogado in fine assinado, vem, à presença de Vossa Excelência propor

AÇÃO DE ADOÇÃO UNILATERAL

do adolescente Nome Completo, maioridade, Inserir CPF, Inserir RG, residente e domiciliada na Inserir Endereço, com fulcro nos art. 39 e seguintes do Estatuto da Criança e do Adolescente:

1. DOS FATOS

A requerente é tia-paterna Nome, sendo que a adolescente está sob a guarda daquela desde nascida.

 

Por conta dessa situação consolidada, nos autos da ação nº Informação Omitida, que tramitou perante o juído da 5ª Vara Cível da Comarca do Informação Omitida.

 

A genitora biológica da adolescente é falecida (26/05/2015), mas antes do óbito nunca prestou qualquer ajuda financeira e muito menos qualquer contato presencial, inexistindo assim qualquer vínculo afeito entre elas.

 

Ressalte-se que a adolescente reconhece e trata a autora como sua mãe, sendo essa inclusive “questionada” pela adolescente do porquê de na certidão de nascimento não constar o nome da senhora Nome como sua genitora. Ou seja, a adoção ora pleiteada é da vontada da adolescente.

 

Por fim, frise-se que atualmente a requerente e seu irmão (pai da criança) residem no mesmo endereço, de modo que a adolescente hoje é cuidado por ambos.

 

Diante do quadro familiar acima, vê-se claramente que a adoção pleiteada atende ao melhor interesse da adolescente.

2. DOS FUNDAMENTOS JURÍDICOS

O artigo 43 do Estatuto da Criança e do Adolescente dispõe que a adoção será concedida quando apresentar reais vantagens e efetivos benefícios para a criança. No caso em tela, essa condição resta evidente pelo conjunto probatório apresentado.

 

Com base nos ensinamentos de Maria Berenice Dias tem-se que: 

 

A adoção constitui um parentesco eletivo, pois decorre exclusivamente de um ato de vontade. A verdadeira paternidade funda-se no desejo de amar e ser amado. (DIAS, Maria Berenice. Manual de Direito das Famílias. 4ª Ed. São Paulo: RT. 2006. p. 426)

 

 

À luz do Estatuto da Criança e do Adolescente, a teoria da proteção integral sobressai como um princípio supremo de interpretação cujo matriz advém da própria Constituição, donde as implicações na vida das crianças e adolescentes devem considerar essencialmente o melhor para a criança.

 

Entende-se por afetividade em sentido lato, o estado psicológico que permite ao ser humano demonstrar os …

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