Petição
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA ___ VARA CÍVEL DA COMARCA DE CIDADE - UF
PROCESSO Nº Número do Processo
Razão Social, CNPJ Inserir CNPJrepresentada por neste ato por Nome Completo,nacionalidade, estado civil, profissão, portador do Inserir RG e inscrito no Inserir CPF, residente e domiciliado na Inserir Endereço, por sua defensora, nomeada por intermédio do convênio entre Defensoria Pública e OAB/Informação Omitida, com nomeação, procuração e declaração de necessidade de assistência judiciária gratuita em anexo (docs. 03, 04 e 05), com escritório no endereço abaixo descrito, onde recebe intimações, vem, respeitosamente, perante Vossa Excelência, com base no artigo 335 e seguintes do Código de Processo Civil, propor
CONTESTAÇÃO EM AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER/NÃO FAZER
movida porNome Completo, nacionalidade, estado civil, profissão, inscrito no Inserir CPF e Inserir RG, residente e domiciliado na Inserir Endereço, pelos motivos fáticos e jurídicos a seguir expostos:
PRELIMINARMENTE — DA INCOMPETÊNCIA DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL
A requerida pretende demonstrar que o verdadeiro responsável pelos fatos narrados na inicial é $[geral_informacao_generica], ex-marido da representante legal da empresa requerida, quem de fato tratava das negociações e emitia as notas fiscais em nome da empresa.
Contudo, o art. 10 da Lei n.º 9.099/95 veda qualquer forma de intervenção de terceiros no processo perante o Juizado Especial Cível, admitindo apenas o litisconsórcio. Essa vedação impede o chamamento ao processo do Sr. $[geral_informacao_generica], o que é indispensável para a correta apuração da responsabilidade na presente demanda.
Diante disso, requer-se o reconhecimento da incompetência do Juizado Especial Cível para processar e julgar a causa, com a remessa dos autos à vara cível competente, onde será possível chamar ao processo o verdadeiro responsável pelos danos causados.
DOS FATOS
A requerente declara ter contratado $[geral_informacao_generica], marido da representante da empresa requerida, para montar uma cozinha em sua residência. Ele apresentou orçamento em nome da empresa requerida no valor de R$ 4.750,00, pago por meio de quatro cheques de R$ 950,00 cada.
Antes de iniciar os serviços, o contratado começou a descontar os cheques. Dois foram descontados até que a requerente, percebendo que o serviço não estava sendo realizado, sustou os demais.
A requerente buscou ser ressarcida diretamente pelo contratado, sem sucesso, e passou então a exigir da representante legal da empresa requerida o ressarcimento dos valores pagos.
A empresa está formalmente registrada em nome da Sra. $[geral_informacao_generica], mas o responsável de fato pelas negociações e pela execução dos serviços era seu então marido, $[geral_informacao_generica], que trabalhava como marceneiro e tratava de toda a atividade empresarial.
A representante legal da empresa encontra-se separada do Sr. $[geral_informacao_generica] desde agosto de 2015, tendo ajuizado ação de divórcio em maio do corrente ano, que tramita sob o n.º $[geral_informacao_generica] na $[geral_informacao_generica] Vara …