Direito do Trabalho

[Modelo] de Petição Inicial em Ação Trabalhista | Nulidade de Despedida e Reintegração

Resumo com Inteligência Artificial

Reclamante busca a nulidade da despedida por justa causa, reintegração ao trabalho e indenização por salários perdidos e danos morais, alegando falta de devido processo e violação de direitos fundamentais, além de solicitar gratuidade da justiça e honorários advocatícios.

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Sobre este documento

Petição

EXCELENTÍSSMO (a) SENHOR (a) DOUTOR (a) JUIZ (a) DA $[processo_vara] VARA DO TRABALHO DE $[processo_comarca] - $[processo_uf]

 

 

 

 

 

 

 

 

$[parte_autor_nome_completo], $[parte_autor_nacionalidade], $[parte_autor_estado_civil], $[parte_autor_profissao], portador do $[parte_autor_rg] e inscrito no $[parte_autor_cpf], residente e domiciliado na $[parte_autor_endereco_completo], vem perante Vossa Excelência, por seus procuradores, ut instrumento de mandato anexo, propor a presente

RECLAMATÓRIA TRABALHISTA

em face de $[parte_reu_razao_social], pessoa jurídica de direito privado, inscrita no $[parte_reu_cnpj], com sede na $[parte_reu_endereco_completo], pelas razões de fato e de direito a seguir expostas:

I – DA SÍNTESE DO CONTRATO DE TRABALHO

A Autora foi contratada pela reclamada em 01/10/2013, para exercer a função de copeira, alocada no Hospital $[geral_informacao_generica].

 

Percebia mensalmente o importe de R$ 1.000,00, tendo para tanto, que realizar uma jornada das 9:00 às 18:00 horas, com 1 hora de intervalo para descanso e alimentação.

 

Foi despedido, ilegalmente como se provará, por “justa causa” de acordo com a reclamada, em $[geral_data_generica].

 

Ocorre que direitos fundamentais da Reclamante não foram observados pela reclamada, razão pela qual propõe a presente relação trabalhista.

II – DO DIREITO

1. Da nulidade do ato punitivo de justa causa - Reintegração

Como supracitado, a Reclamante trabalha no Hospital $[geral_informacao_generica], desde out/2013, na função de copeira.

 

Ocorre que nos intervalos de alimentação e descanso, desde a sua entrada no local de trabalho, era oferecido à Reclamante e suas colegas o mesmo lanche que eram servidos aos pacientes do Hospital.

 

Em $[geral_data_generica], a Reclamante recebeu um aviso de dispensa por justa causa.

 

No documento constava que a motivação da demissão era devido a incorrência do artigo 482, letra “a”, ato de improbidade cometido pela Reclamante.

 

No ato da entrega do documento a Reclamante questinou a que fato se referia o documento, tendo como resposta que “foi por não cumprir as ordens de não comer os alimentos ofertados pelo Hospital aos pacientes”.

 

Imediatamente a Reclamante se opôs a resposta, dizendo que isso era prática costumeira do local desde que a mesma ingressou no labor, mas o supervisor não a deixou falar.

 

A Reclamante ainda informou no ato do recebimento do aviso de dispensa que estava grávida, mais uma vez tendo como resposta que “isso não importava”.

 

Como se vê, Excelência – e como ficará robustamente provado no decorrer do processo, a Reclamante não foi submetida à inquérito de apuração de falta grave; não teve direito ao contraditório, á defesa, nem mesmo foi advertida de que estaria comento algum ato proibido pela Reclamada.

 

Insta salientar, que não consta em nenhum informativo de normas da empresa que o ato de alimentação, oferecido desta forma pela própria Reclamada desde o início do labor, seria um ato proibido e ímprobo.

 

Importa referir que é direito fundamental de qualquer cidadão o contraditório, a ampla defesa, e o devido processo legal, conforme dispõe a Lei Maior em seu artigo 5º, nos incisos LIV e LX.

 

Portanto, viola a Reclamada, direitos fundamentais do cidadão, insculpidos como cláusula pétrea do Ordenamento Jurídico.

 

Pelo exposto, requer a Reclamante seja declarada a nulidade do ato punitivo nos termos em que foram realizados e, consequentemente, da despedida sem justo motivo, bem como, seja a Reclamante imediatamente reintegrada ao trabalho.

 

Na impossibilidade de reintegração, requer a Autora, alternativamente, seja revertida a despedida com justo motivo em despedida imotivada.

2. Da indenização pelos valores perdidos

Haja vista que a Reclamante não deu causa justa à sua demissão, além da sua reintegração ou demissão imotivada, deve a Reclamada pagar a Reclamante aproximadamente o valor de R$ $[geral_informacao_generica], equivalente ao período em que esteve afastada do trabalho sem juto motivo.

 

Portanto, requer a condenação da Reclamada ao pagamento de R$ $[geral_informacao_generica], valor considerado como termo final o ajuizamento da demanda, referente à indenização de salários dos meses em que esteve afastada.

3. Do dano moral

Conforme o exposto no tópico anterior, a …

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