Direito Constitucional

[Modelo] de Recurso Administrativo | Contestação de Penalidade por Descumprimento de Decreto

Resumo com Inteligência Artificial

Recurso administrativo contestando penalidade por suposto descumprimento de decreto. O autor alega que o estabelecimento operava apenas na modalidade delivery, não gerando aglomerações. Argumenta ainda vícios no processo de autuação, como a falta de auto de infração e fiscalização adequada, requerendo o cancelamento da penalidade.

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Sobre este documento

Petição

ILUSTRÍSSIMO SENHOR DIRETOR DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DE $[processo_cidade] - $[processo_uf]

 

 

 

 

 

$[parte_autor_nome_fantasia], $[parte_autor_razao_social], inscrita no CNPJ nº $[parte_autor_cnpj], com endereço comercial na Rua $[parte_autor_endereco_completo], representada por $[parte_autor_representante_nome_completo], $[parte_autor_representante_cpf], vem, respeitosamente, à presença de Vossa Senhoria, com fundamento no art. 5º, LV, da Constituição Federal, interpor o presente

 

RECURSO CONTRA A APLICAÇÃO DE PENALIDADE POR SUPOSTO DESCUMPRIMENTO DE DECRETO GOVERNAMENTAL

 

conforme notificação anexa, pelos fatos e fundamentos a seguir aduzidos:

 

SÍNTESE DOS FATOS E FUNDAMENTAÇÃO JURÍDICA

 

De acordo com mencionada notificação, em 04 de maio de 2020, o estabelecimento de minha responsabilidade, estaria descumprindo as previsões do Decreto nº 11 de 02 de abril de 2020, especificamente por “não fazer parte dos serviços essenciais e encontrava-se aberto, atendendo clientes”.

 

Ocorre que o comércio no momento da autuação não se encontrava aberto e em atendimento aos clientes, o que foi utilizado para autuação por infração de descumprimento do decreto, uma vez que a loja de materiais de construções encontrava-se aberta porque estava funcionando apenas na modalidade delivery (entrega) e o material a ser entregue aos clientes fica na parte interna da loja, justificando a abertura dela.

 

Alguns materiais haviam sido comercializados antes do Decreto, fazendo com que a loja tivesse que realizar a entregar posteriormente, mas que também não descumpre o Decreto estabelecido.

 

Em momento algum a loja atendeu clientes, após a publicação do Decreto, no interior de seu estabelecimento, assim, não gerou aglomeração e não o descumpriu.

 

Vale salientar que não foi elaborado auto de infração, estes deveriam ser elaborados posteriormente com base no comunicado de irregularidade por eles enviado à autoridade ou ao agente de vigilância sanitária competente.

 

Ocorre que, para que se torne legítima a penalidade decorrente da infração, é indispensável que haja observância das exigências legais para a imputação da conduta ilegal.

 

Para isso é impositiva a fiscalização pela autoridade competente, que inclusive deve ser …

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