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A autora propõe interdito proibitório para assegurar seus direitos de posse sobre um imóvel, alegando que a ré, sua filha, se recusa a assinar contrato de transferência de posse após a recuperação de sua visão. Busca proteção contra turbação e a obrigação de fazer da ré, além de danos morais.
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[Modelo] de Ação Possessória - Interdito Proibitório para Proteção de Propriedade
Modelo de Interdito Proibitorio. Citação por Edital. Multa.
Modelo de Inicial. Manutenção de Posse. Interdito Proibitório
Modelo de Interdito proibitório. Ameaça. Tutela de Urgência [2025]
[Modelo] de Ação de Interdito Proibitório | Proteção Possessória em Propriedade Rural
[Modelo] de Medida Cautelar de Manutenção de Posse | Interdito Proibitório e Proteção de Propriedade
Modelo de Ação de Interdito Proibitório com Pedido Liminar
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Entrar em contatoA transferência de direitos de posse ocorre quando uma pessoa cede a outra os seus direitos sobre a posse de determinado bem, como um imóvel, sem necessariamente transferir a propriedade. É comum em casos de contratos de cessão de posse.
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA $[PROCESSO_VARA] VARA CÍVEL DA COMARCA DE $[PROCESSO_COMARCA] - $[PROCESSO_UF]
$[parte_autor_nome_completo],$[parte_autor_nacionalidade], $[parte_autor_estado_civil], $[parte_autor_profissao], portador do $[parte_autor_rg] e inscrito no $[parte_autor_cpf], residente e domiciliado na $[parte_autor_endereco_completo], vem, mui respeitosamente perante V. Exa. através dos procuradores in fine assinados, propor a presente
Em face $[parte_reu_nome_completo], $[parte_reu_nacionalidade], $[parte_reu_estado_civil], $[parte_reu_profissao], inscrito no $[parte_reu_cpf] e $[parte_reu_rg], residente e domiciliado na $[parte_reu_endereco_completo], pelos motivos de fato e de direito;
No dia 30 de maio de 2018, a Autora adquiriu através de contrato de cessão de posse, os direitos de posse de um imóvel na $[geral_informacao_generica], conforme contrato de Compra e Venda de Cessão de Direitos Possessórios, pagando pela aquisição o valor de R$ 9.000,00(nove mil reais).
02 – Todavia, estando a autora com problemas de visão naquela oportunidade, não teve condições para assinar o contrato referente a transação.
03 – Na ocasião, a Autora estava acompanhada de sua filha, ora Requerida, $[geral_informacao_generica], que se dispôs a assinar o contrato e, após a cirurgia de visão da Autora, a Requerida faria outro contrato transferindo a posse para a Autora e assim viabilizariam o negócio.
04 – Após o processo cirúrgico no qual foi submetida a Autora, e tendo recuperado parte da visão que lhe permite assinar novamente qualquer documento, a Requerida se recusa a assinar contrato de transferência do direito de posse para a Autora.
05 – Mais que isso, a Requerida ameaça se instalar no imóvel, sob a alegação de que o contrato está em seu nome, portanto tem o direito de tomar posse do imóvel. Cumpre ressaltar que a Requerida é filha da autora, e mesmo na condição de filha não se constrange com o seu ato de desonestidade e ingratidão.
06 – A Requerida não possui qualquer fonte de renda que lhe permita comprar os diretos de posse do referido terreno, a propósito as filhas da Requerida são mantidas pela Autora (avó materna), que com muito sacrifício, fazendo serviços esporádicos e informais sustenta a sua família e as filhas da Requerida e conseguiu ao longo de anos acumular uma modesta poupança. Francamente!
I – A Autora vem sendo turbada no seu direito de posse, na iminência de ser esbulhada, devendo se valer do instituto do “Interdito proibitório” para afastar a turbação com os meios disponíveis, ou seja, com a força da lei.
Art. 567 do novo Código de Processo Civil (CPC):
“O possuidor direto ou indireto que tenha justo receio de ser molestado na posse poderá requerer ao juiz que o segure da turbação ou esbulho iminente, mediante …
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A ação possessória de interdito proibitório visa proteger o possuidor de um bem contra ameaças de turbação ou esbulho. O possuidor pode requerer ao juiz que emita um mandado proibitório, determinando penalidades ao réu caso ocorra a turbação.
Para mover uma ação de interdito proibitório, o requerente deve demonstrar que possui a posse direta ou indireta do bem e que há uma ameaça iminente de turbação ou esbulho. É necessário também um justo receio de ser molestado na posse.
Se a parte não cumpre a obrigação de fazer estabelecida em uma ação possessória, pode ser penalizada com multa pecuniária. A obrigação pode ser convertida em perdas e danos caso não seja cumprida no prazo determinado pelo juiz.
O juiz é responsável por analisar as provas apresentadas e decidir sobre a emissão de um mandado proibitório para proteger a posse do requerente. Ele também pode impor penalidades à parte que ameaça a posse.
Para provar a posse em uma ação judicial, é importante apresentar documentos que demonstrem a cessão ou aquisição da posse, depoimentos e outras provas, como testemunhas, que corroborem o relato dos fatos e o direito à posse.
Danos morais podem ser pedidos em casos onde a ação ou omissão de uma parte causa sofrimento emocional significativo ao possuidor, como ansiedade ou desgosto, especialmente se for agravado por desonestidade ou abuso de confiança.
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