Direito Processual Civil

[Modelo] de Apelação em Ação Indenizatória | Responsabilidade Civil por Acidente de Trabalho

Resumo com Inteligência Artificial

Apelação em Ação Indenizatória contra o Município por acidente de trabalho com morte. A sentença de 1º grau foi improcedente. A apelante argumenta a responsabilidade objetiva do ente público e pede a reforma da decisão, visando indenização por danos morais e materiais.

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Sobre este documento

Petição

AO JUÍZO DA VARA DA FAZENDA PÚBLICA DE $[processo_comarca] – ESTADO $[processo_estado]

 

 

 

 

 

Ação nº: $[processo_numero_cnj]

Recorrente: $[parte_autor_nome_completo]

Recorrido: $[parte_reu_nome_completo]

 

 

 

 

 

$[parte_autor_nome_completo], já qualificado nos autos, por intermédio de seu procurador, vem, com o devido respeito e acatamento, à presença de Vossa Excelência, interpor:

 

APELAÇÃO

 

Com fundamento no artigo 1.009 do Código de Processo Civil, em face dadoutasentençaprolatada em 1º grau, requerendo, após as formalidades de estilo, o processamento deste recurso e a sua remessa ao Egrégio Tribunal de Justiça, para fim de reexame das questões suscitadas no processo e reforma da r. sentença recorrida, mediante a análise dos fatos e fundamentos jurídicos nas razões anexas,que seguem.

 

Nestes termos,

Pede deferimento.

 

 

$[advogado_cidade] $[geral_data_extenso],

 

$[advogado_assinatura]

 

 

EGRÉGIA TURMA RECURSAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO $[processo_estado]

 

Ação nº: $[processo_numero_cnj]

Recorrente: $[parte_autor_nome_completo]

Recorrido: $[parte_reu_nome_completo]

 

RAZÕES DE APELAÇÃO  

 

Colenda Turma,

Eméritos Julgadores!

 

                             

Trata-se de Ação Indenizatória em face do Município $[geral_informacao_generica], conforme se verificará na síntese dos fatos. Ocorre que o juízo de 1º grau julgou improcedente o pedido, vide sentença em fls. $[geral_informacao_generica] dos autos. Pretende, pois, pela reforma, nos seguintes termos:

 

I. DOS PRESSUPOSTOS DE ADMISSIBILIDADE

I.I. DA TEMPESTIVIDADE

 

A luz do artigo 1.003, § 5º do Código de Processo Civil, o prazo para interpor a presente Apelação em face da douta sentença é de 15 (quinze) dias úteis após a intimação. 

 

Ocorre que a publicação em Diário oficial se deu $[geral_data_generica], tendo assim, legalmente, o prazo final $[geral_data_generica].

 

Conforme, é inquestionável a tempestividade do presente recurso, tendo em vista a data da assinatura eletrônica presente neste ato.

 

I.II. DO PREPARO

 

Ab initio,a apelante, em razão de tratar-se de pessoa hipossuficiente para arcar com as custas sem prejuízos próprios, requereu os benefícios da gratuidade de justiça, conforme petição inicial presente nos autos.

 

O pedido restou procedente, conforme decisão proferida em fls. $[geral_informacao_generica], vejamos:

 

Sendo assim, deixa de recolher o preparo, ante conceção da justiça gratuita, nos termos do artigo 5º, inciso LXXIV da Constituição Federal e artigos 98 e seguintes do Código de Processo Civil.

 

II. DA SÍNTESE FÁTICA

 

Em apertada síntese, trata-se de Ação $[geral_informacao_generica].

 

Pelas razões já expostas e seguintes, urge a reforma da r. sentença através do presente recurso de apelação, a fim de que a demanda seja julgada procedente.

 

III. DAS RAZÕES DE REFORMA

 

Ab initio, importa ressaltar que o direito ora postulado possui alicerce em enorme arcabouço constitucional, legal e jurisprudencial, nos exatos princípios prelecionados quando da criação da Carta Magna.

 

Em verdade, a responsabilização objetiva do ente público se aplica a atos omissivos, porém, apenas tratando-se de atos omissivos praticados por seus agentes. 

 

No caso, se discute a responsabilização do ente público em si, que não forneceu condições de segurança ao seu empregado, o que ampara a aplicação do caput do art. 37 da Constituição Federal, no que tange a responsabilidade objetiva. 

 

A Jurisprudência pátria é unânime quanto ao entendimento, in verbis:

 

ACIDENTE DE TRABALHO. SERVIDOR PÚBLICO. DESVIO DE FUNÇÃO. AMPUTAÇÃO DE HÁLUX DO PÉ ESQUERDO. RESPONSABILIDADE CIVIL CONFIGURADA. DANO MORAL E ESTÉTICO EVIDENCIADOS. PREJUÍZO MATERIAL INEXISTENTE. 1. Ao empregador cumpre assegurar condições de segurança às atividades do empregado, fiscalizar a execução dos serviços dentro dos padrões de segurança necessários e formalizar adequado treinamento visando à prevenção de acidentes. 2. Caso em que o servidor se acidentou ao desempenhar atividade diversa das atribuições do seu cargo. Falta de treinamento e de equipamentos de proteção individual. Negligência do Município evidenciada. Dever de indenizar configurado. 3. Lesão à integridade física do funcionário. Danos estéticos e morais estabelecidos. (...) NEGARAM PROVIMENTO À APELAÇÃO. UNÂNIME. (Apelação Cível... Nº 70078765765, Décima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Jorge Alberto Schreiner Pestana, Julgado em 25/04/2019).

 

É certo que a responsabilidade civil das pessoas jurídicas de direito público baseia-se no risco administrativo, de forma objetiva, em que se exige o cumprimento dos seguintes requisitos: …

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