Direito Civil

[Modelo] de Ação de Obrigação de Fazer | Indenização por Dano Moral e Bloqueio de APP

Resumo com Inteligência Artificial

A autora ajuiza ação de obrigação de fazer e danos morais devido ao bloqueio indevido de acesso ao aplicativo bancário pela requerida, causando humilhação e perda de tempo. Requer a inversão do ônus da prova e indenização pelos danos sofridos, alegando má prestação de serviços.

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Sobre este documento

Petição

AO JUÍZO DO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL DA COMARCA DE $[processo_comarca]

 

 

 

 

 

 

 

$[parte_autor_nome_completo],$[parte_autor_nacionalidade],$[parte_autor_cpf],  $[parte_autor_rg], domiciliada à $[parte_autor_endereco_completo], vem, perante Vossa Excelência, por meio de seu advogado que a esta subscreve onde recebe as comunicações de estilo, propor

AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER C/C INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS

Em face,$[parte_reu_razao_social], pessoa jurídica de direito privado, inscrito no CNPJ sob n.$[parte_reu_cnpj], sediado na $[parte_reu_endereco_completo], pelos fatos e fundamentos a seguir:

 

DA ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA

 

A parte autora requer, desde já, os benefícios da assistência judiciária, por não ter condições de arcar com custas judiciais e honorários advocatícios, sem prejuízo próprio e de sua família.

 

Requer os benefícios da justiça gratuita nos termos do art. 4°, da Lei 1.060/50, c/c inciso LXXIV da Constituição Federal.

 

DOS FATOS

 

A autora contratou junto a requerida serviços de conta bancária pessoa jurídica, o qual utilizava para todas as movimentações pessoais, principalmente recebimento e pagamento.

 

Ocorre que sem motivação alguma a requerida bloqueou o acesso do autora ao APP, lhe causando diversos problemas.

 

Com muita dificuldade a autora conseguiu falar com a requerida que alegou instabilidade que impedia a autora de acessar o aplicativo da conta jurídica para fazer pagamentos e utilizar o dinheiro que está nesta conta. A autora tentou por diversas vezes conseguir acesso e os atendentes diziam que não poderiam fazer nada, que a autora deveria esperar o sistema voltar em $[geral_informacao_generica] horas, o que não aconteceu.

 

A autora sente-se humilhado e ainda perdeu tempo na busca pela solução do problema.

 

Não lhe resta uma alternativa que não seja a de buscar o Poder Judiciária por meio dessa petição.

DO DIREITO DA INVERSÃO DO ÔNUS DA PROVA

 

A Lei 8.078/90, que dispõe sobre a proteção do consumidor trouxe importantes inovações, como o reconhecimento de que é o consumidor a parte mais vulnerável na relação mercantil.

 

Neste diapasão, o artigo 6º deste Diploma Legal supracitado instituiu a INVERSÃO DO ÔNUS DA PROVA, in verbis:

 

 

Art. 6º – São direitos básicos do consumidor: (...)

 

VIII – a facilitação da defesa de seus direitos, inclusive com a inversão do ônus da prova, a seu favor, no processo civil, quando, a critério do juiz, for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente, segundo as regras ordinárias de experiência;

 

 

Assim, requer a inversão do ônus da prova, pelo qual deverá a requerida produzir todas as provas que julgar suficientes para sua defesa, pois, de modo contrário serão confirmadas as alegações da parte autora, inclusive informar o motivo da instabilidade do aplicativo, ocasionando problemas.

DOS DANOS MORAIS

 

A Autora teve seu app bloqueado, sem a existência de nenhuma justificativa, sem nenhuma explicação e o pior sem dever nada.

 

A falta de segurança da requerida ocasionou frustração, humilhação, perda de tempo, sendo que teve seu app bloqueado sem justificativa plausível, o Reclamante se sente feito “de bobo”, pois, tem crédito na praça, utiliza o serviço da requerida e sequer lhe foi oferecida uma opção para não trava seus pagamentos.

 

Dessa forma, ficou claro que ele foi humilhado, pois isso arranhou sua imagem, sofreu com a má prestação de serviços, falta de informação adequada, tudo ferindo o direito do consumidor.

 

Reza o artigo 5º, V da Constituição Federal:

 

 

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

 

V – É assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem;

 

X – São invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurando o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;

 

 

A norma legal não deixa dúvidas quanto à responsabilidade da(s) requerida(s) no sentido de reparar o dano que causou a parte autora, pois foi por omissão/imprudência/imperícia que ocasionaram inúmeros prejuízos, de ordem econômica e moral, denegrindo a imagem da autora como se não tivesse capacidade de ter crédito.

 

Se não houve intenção específica de prejudicar a parte autora com o sistema falho, pelo menos houve culpa, não ofereceu oportunidade de resolver a questão de forma administrava e pacífica.

 

 

Art. 39. É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas:

 

IX – recusar a venda de bens ou a prestação de serviços, diretamente a quem se disponha a adquiri-los mediante pronto …

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