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Ação de guarda de menor proposta pela avó materna após falecimento da mãe e pai, com pedido de tutela antecipada. A avó já exerce a guarda, visando garantir estabilidade e acesso a direitos da criança. Fundamenta-se no ECA e CPC, com urgência justificada pela vulnerabilidade da menor.
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Modelo de Ação de Guarda de Menor | Falecimento da Mãe | Avós | 2026
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[Modelo] de Ação de Guarda e Tutela | Avô Requerendo Guarda de Menor após Falecimento
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Entrar em contatoSim, a guarda pela avó materna é possível após o falecimento da mãe, especialmente quando há vínculo afetivo consolidado e estabilidade para o menor.
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA ___ VARA DA FAMÍLIA E DAS SUCESSÕES Da comarca de CIDADE - UF
Nome Completo, nacionalidade, estado civil, profissão, portador do RG nº ___ e CPF nº ___, residente e domiciliado na ___, vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência, por intermédio de seu advogado, propor
em favor da menor Nome Completo, de 6 anos de idade, representada por sua avó materna, pelas razões de fato e de direito a seguir expostas.
A Requerente é avó materna da menor Nome Completo, atualmente com 6 anos de idade, conforme documentos anexos.
A criança sofreu perdas gravíssimas ao longo da vida. Seu pai faleceu em 05/01/2013, vítima de acidente motociclístico. Recentemente, em 16/07/2023, sobreveio o falecimento de sua mãe – filha da Requerente – vítima de infarto agudo do miocárdio, conforme certidões juntadas.
Desde o nascimento, a menor sempre residiu com a avó materna, ora Requerente, que assumiu integralmente a função de cuidado, proteção e sustento, circunstância evidente inclusive pelo fato de que foi a própria Requerente quem declarou os óbitos dos genitores.
A menor não recebe pensão por morte relativa ao falecimento do pai, pois o vínculo empregatício foi objeto de demanda própria e ainda há pendência de análise perante o INSS, conforme comprova o andamento processual anexo.
Após o falecimento da mãe, a criança ficou sem qualquer genitor vivo, encontrando-se em situação evidente de fragilidade, sendo a Requerente a única referência familiar estável, emocional e economicamente apta a assegurar sua proteção integral.
Diante disso, impõe-se a regularização judicial da guarda que já é exercida de fato pela avó materna, garantindo-se à criança a necessária segurança jurídica, proteção e acesso aos direitos previdenciários e assistenciais que lhe são devidos.
O Estatuto da Criança e do Adolescente determina, em seu art. 33, caput, que a guarda:
“obriga a prestação de assistência material, moral e educacional à criança ou adolescente, conferindo ao detentor o direito de opor-se a terceiros, inclusive aos pais”.
O §1º do mesmo dispositivo prevê que a guarda pode ser deferida …
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A avó deve demonstrar que já exerce a guarda e cuidados com a criança, que o pai está ausente ou incapaz de assumir, e que o bem-estar do menor será garantido com essa formalização.
É recomendável quando a avó já cuida diariamente do menor e o pai não participa, sendo necessário formalizar essa realidade para garantir a segurança jurídica.
A tutela antecipada pode ser concedida para garantir de imediato a convivência com quem já cuida da criança, prevenindo riscos à estabilidade emocional e permitindo acesso a direitos essenciais.
Documentos que provem a convivência e vínculo afetivo, ausência dos pais, e laudos psicossociais são cruciais para embasar o pedido de guarda.
Sim, a guarda pode ser alterada para quem garante estabilidade emocional ao menor, prevalecendo o melhor interesse da criança, independente do laço biológico.
Fatos que revelem risco imediato à criança, como abandono e desamparo emocional, devem estar bem descritos para justificar a urgência da medida.
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