Direito do Consumidor

[Modelo] de Réplica à Contestação em Ação Indenizatória | Restituição e Danos Morais por Cartão Furtado

Resumo com Inteligência Artificial

A autora apresenta réplica à contestação do banco, refutando alegações sobre débito de cartão furtado. Defende a manutenção da justiça gratuita, a improcedência das preliminares do banco e a responsabilidade civil da instituição, pleiteando a restituição do valor e indenização por danos morais.

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Sobre este documento

Petição

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA ___ VARA CÍVEL DA COMARCA DE CIDADE - UF

 

 

 

 

 

Autos do processo sob o nº Número do Processo

 

 

 

 

 

Nome Completo, autora qualificada nos autos do processo em epígrafe, que move em face do Razão Social, vem, respeitosamente a presença de Vossa Excelência para manifestar-se sobre a defesa e documentos de fls. 75/90 pelas razões que seguem:

 

Em que pesem os argumentos apresentados pelo Banco Réu, a defesa apresentada não merece prosperar eis que não condiz com a realidade dos fatos e contrária ao entendimento majoritário do nosso Tribunal, senão vejamos:

Da impugnação ao benefício da justiça gratuita

Impugna o Banco Réu, a concessão do benefício da Justiça Gratuita para a Autora, no entanto não traz aos autos, além de suas frágeis argumentações, nenhum elemento de prova capaz de justificar referida impugnação.

 

Evidente que basta a simples declaração da Autora para que lhe seja deferido o benefício nos moldes do art. 98 do CPC, ainda mais por se tratar de pessoa idosa (fls. 21) e aposentada. 

 

Ainda assim, o banco Réu apenas impugna de forma aleatória, porque não traz aos autos nenhum indício de prova de que a Autora não preenche os requisitos necessários para a concessão do referido benefício.

 

Dessa feita, não deve ser acolhida a preliminar de revogação do benefício da gratuidade de justiça à Autora.

Das preliminares de indeferimento da inicial

- Inépcia

Os fundamentos que embasam o pedido de inépcia da petição inicial, quais sejam, pela não comprovação de erro pela instituição bancária, não são requisitos para que seja julgada inepta a ação, ainda mais porque os fatos alegados pelo Banco Réu se confundem nitidamente com o mérito (Art. 330, I, § 1º, I a IV do CPC). Dessa feita não deve ser acolhida referida preliminar.

 

Da mesma forma, não cabe a alegação de inépcia da ação por pedido genérico quanto ao dano moral, eis que o pedido de dano moral é certo e determinado (fls. 40/41)

 

Deste modo, não devem ser acolhidas as preliminares arguidas pelo banco Réu.

Do mérito

Quanto ao mérito, melhor sorte não assiste ao banco Réu;

 

Em toda a vasta argumentação do banco Réu, em nenhum momento mencionam o assalto sofrido pela Autora.

 

Afirmam que as compras se deram com a inserção de senha pessoal, no entanto não anexaram nenhum comprovante capaz de asseverar tais alegações.

 

O fato é que:

 

De 2003 (data da abertura da conta) até a data de 18/12/2017 (um dia antes do assalto), a Autora:

 

- NUNCA SOLICITOU DESBLOQUEIO DA FUNÇÃO CRÉD…

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