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Requerimento de usucapião extrajudicial de imóvel urbano. A autora alega posse mansa e pacífica por mais de 15 anos e solicita o registro da propriedade, dispensando notificações dos confinantes, com base em documentação que comprova a posse e o consentimento dos vizinhos.
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[Modelo] de Requerimento de Usucapião Extrajudicial | Aquisição de Imóvel por Posse Pacífica
[Modelo] de Requerimento de Usucapião Extrajudicial | Posse Mansa e Pacífica de Imóvel Urbano
[Modelo] de Requerimento de Usucapião Extrajudicial | Posse Mansa e Pacífica de Imóvel Urbano
[Modelo] de Requerimento de Usucapião Extrajudicial | Posse Mansa e Pacífica por Mais de 11 Anos
Modelo de Requerimento. Usucapião Extrajudicial. Casa Residencial
[Modelo] de Requerimento de Usucapião Extrajudicial | Registro de Propriedade por Posse de Boa-Fé
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Entrar em contatoUsucapião extrajudicial é o processo de aquisição de propriedade de um imóvel por meio de um procedimento administrativo realizado diretamente no cartório, sem a necessidade de ação judicial, desde que cumpridos os requisitos legais, como a posse pacífica e contínua por determinado período.
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA $[PROCESSO_VARA] VARA CÍVEL DA COMARCA DE $[PROCESSO_COMARCA] - $[PROCESSO_UF]
$[parte_autor_nome_completo],$[parte_autor_nacionalidade], $[parte_autor_estado_civil], $[parte_autor_profissao], portador do $[parte_autor_rg] e inscrito no $[parte_autor_cpf], residente e domiciliado na $[parte_autor_endereco_completo] ,vem à presença de Vossa Senhoria, por seu advogado que esta subscreve, conforme Instrumento Particular de Procuração (doc. 01), para requerer o presente pedido de
consubstanciada no Artigo 1.238 todos do Código Civil Brasileiro, e com base no Artigo 216-A da Lei 6.015 de 31 de dezembro de 1973 c/c Provimento nº 65/2017/CNJ e c/c provimento nº 17/2017/CGJ-CE, pelos motivos de fato e de direito a seguir expostos:
1. A espécie pretendida no presente pedido de reconhecimento extrajudicial de usucapião ordinário, com fulcro no art. 1.242. Assim, no tocante à contagem do lapso temporal do exercício da posse, se aplica o prazo previsto no artigo supra do Código Civil Brasileiro, no caso em tela a requerente tem mais 15 anos de posse ininterrupta, sem oposição, com justo título e boa fé.
2. A requerente desde 15.03.2004, portanto mais de 15 anos, de forma mansa, pacífica e exclusiva, sem qualquer constrangimento, impugnação, contestação, turbação ou moléstia, sem interrupção, é senhor e legítimo possuidor, com “animus domini” de um imóvel: Casa residência, cuja área total é de 208,7016 m² e o perímetro 84,70 m, situado à Rua $[geral_informacao_generica], com as seguintes confrontações e dimensões: ao NORTE ( lado esquerdo) $[geral_informacao_generica]; ao SUL ( lado direito) com $[geral_informacao_generica]; ao LESTE (Frente) com à Rua $[geral_informacao_generica] e ao OESTE (fundo) com $[geral_informacao_generica].
3. Os direitos de posse sobre esse imóvel foi adquirido pelo requerente por meio da escritura particular, firmado na data de 24.03.2004, momento em que o requerente adquiriu da Sra. $[geral_informacao_generica], os direitos de posse sobre o imóvel urbano designado em contrato como sendo:
“uma casa residencial, situado à Rua $[geral_informacao_generica], com as seguintes confrontações e dimensões: ao NORTE ( lado esquerdo) $[geral_informacao_generica]; ao SUL ( lado direito) com $[geral_informacao_generica]; ao LESTE (Frente) com à Rua$[geral_informacao_generica] e ao OESTE (fundo) com $[geral_informacao_generica], ademais, os confrontantes manifestam o consentimento expresso de sua posse mansa e pacífica da referida área."
Esse imóvel está inscrito no IPTU sob nº $[geral_informacao_generica], que na oportunidade, acostamos cópia da certidão negativa de débitos referente ao IPTU e o boletim de cadastro imobiliário.
4. Como explanado, a requerente goza da posse massa, pacifica e exclusiva do imóvel há mais de 15 anos, tempo superior aos fixados como requisito no art. 1.242 do CC. Apesar de não haver uma individualização nem registro da área usucapienda e resta configurada, pela escritura particular, planta e o memorial descritivo, a posse massa e pacífica, que ora acostamos.
5 – Outro requisito qualificativo imprescindível para caracterização da posse “ad usucapionem”, previsto na legislação pátria é “animus domini”, e que se traduz “com ânimo de dono”
5.1 – O exercício da posse pelo requerente se reveste desse animo de dono, pois tem a real intenção de ter a coisa como própria, conforme consta nos documentos firmados e que fundamentaram a ata inaugural desse procedimento, agindo como único dono e senhor da coisa (rem sibi habendi), sendo responsável, em seu período de posse, por todas as taxas e impostos e demais obrigações inerentes ao bem imóvel.
5.2 – Mais um exercício materializando a posse, se revelou pela realização de benfeitorias no imóvel, tais como reforma no telhado da casa e pintura.
6 – Não há registro desse imóvel no cartório. Na oportunidade, acostamos cópias de certidões negativas dos distribuidores da Justiça Estadual e da Justiça Federal do local da situação do imóvel usucapiendo expedidas nos últimos trinta dias, demonstrando a inexistência de ações que caracterizem oposição à posse do imóvel, em nome da requerente.
7 – Apesar de considerada pela maioria dos doutrinadores e pela jurisprudência, forma de aquisição originária, permitindo-se …
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O pedido de usucapião extrajudicial é feito através de um requerimento apresentado no cartório de registro de imóveis competente, acompanhado de documentação que comprove a posse contínua e pacífica do imóvel, além de plantas, memorial descritivo e certidões negativas.
Os requisitos para usucapião ordinário incluem a posse contínua, pacífica e sem oposição por mais de 15 anos, com justo título e boa fé. O possuidor deve ter o ânimo de dono durante todo o período de posse.
O cartório tem o papel de analisar a documentação apresentada, notificar os confinantes e as fazendas públicas, publicar editais e, após verificar o cumprimento de todos os requisitos, proceder ao registro de aquisição da propriedade em nome do requerente.
Sim, é necessário notificar os vizinhos confinantes sobre o pedido de usucapião extrajudicial. No entanto, se eles já tiverem assinado uma ata notarial manifestando concordância com a posse, a notificação pode ser dispensada.
O "animus domini" é a intenção de agir como proprietário do imóvel, um dos requisitos para a usucapião. O possuidor deve demonstrar essa intenção por meio de atos como o pagamento de impostos e a realização de benfeitorias no imóvel.
O reconhecimento de usucapião extrajudicial é formalizado com a abertura de matrícula do imóvel em nome do requerente, após o cumprimento de todas as etapas do procedimento e verificação do cartório.
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